terça-feira, 10 de julho de 2012

II Atlas do Priolo reúne mais de 50 voluntários para contar exemplares desta espécie em risco de extinção


O II Atlas do Priolo (Pyrrhula murina) começa quinta-feira a contar os exemplares desta pequena ave que apenas existe na zona nordeste de S. Miguel, nos Açores, envolvendo 51 voluntários espalhados por mais de 300 locais.

"A expetativa é que seja ultrapassada a marca alcançada há quatro anos", afirmou Joaquim Teodósio, coordenador do projeto LIFE Laurissilva Sustentável, em declarações à Lusa, acrescentando que a anterior contagem, realizada em 2008, permitiu estimar a população de priolos  "entre 1.000 e 1.500" indivíduos.
Joaquim Teodósio salientou que esta espécie registou "um aumento significativo em 2006/2007 e encontra-se estável", mas frisou que ainda não é possível saber se a população de priolos se estendeu para uma área maior.
Este II Atlas do Priolo, realizado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), vai decorrer nos concelhos de Nordeste e Povoação, na Zona de Proteção Especial do Pico da Vara/Ribeira do Guilherme, que é o único local do mundo onde vive esta pequena ave em risco de extinção.
Os voluntários, muitos dos quais ligados à biologia e às ciências da natureza, iniciam na quinta-feira a primeira contagem no campo, num total de mais de 300 pontos que, segundo Joaquim Teodósio, "cobrem a totalidade os concelhos do Nordeste e Povoação".
Este voluntários, que estão a frequentar desde o início da semana ações de formação, estarão divididos por sete equipas, sendo o primeiro ponto de contagem realizado às 06:30 (07:30 em Lisboa).
Joaquim Teodósio garantiu que o método utilizado "é dos mais rigorosos para estimar as populações selvagens", permitindo evitar possíveis duplicações na contagem.
O priolo, segundo este especialista, "continua a ter uma população muito pequena", alertando que ainda é "uma espécie com estatuto de ameaça elevado".
Os avanços conseguidos nos últimos anos já permitiram, no entanto, que o priolo tenha deixado de ser uma espécie `Criticamente em Perigo de Extinção`, para ser uma espécie `Em Perigo de Extinção`.
A contagem de exemplares que vai decorrer até sexta-feira é considerada essencial para acompanhar a evolução da população desta espécie, permitindo ainda recolher informação importante para a planificação de medidas tendo em vista a sua preservação.

Fonte:  http://www.flickr.com/photos/cazeribeiro1/

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Criações no fim e alguma fotos

As criações estão praticamente acabadas, apenas tenho 2 casais de Mandarins com crias que já saíram do ninho e o casal de Lonchura castaneothorax decidiu fazer mais uma postura, estando neste momento no choco.
Ao todo devo ter tirado pouco mais de 70 aves. 
Tinha como objetivo ter vários casais a criar direto (excluindo as espécies mais fáceis que são os Mandarins/Bengalins/Bicos de Chumbo/ Pardais de Java) mas apenas consegui que os Babetes e Castanhovs criassem com sucesso as crias. Com os Goulds apenas consegui que, no máximo, as crias chegassem aos 15 dias e com os Bichenovs apenas consegui que chocassem. Os Dominós iniciavam o choco mas depois iam partido os ovos. Estrelas e Modestos nem ficavam no choco uma semana mas são 2 espécies que para o ano já não vou criar.
Em 2013 vou criar Mandarins, Babetes de Cauda Longa, Mascarados, Dominós, Bichenovs, Castanhovs, Goulds e alguns Bengalins para ter como amas. Mais uma vez tenho como objetivo a criação direta, espero ter melhores resultados.
Quando os juvenis acabarem a muda espero preparar alguns para poder levar à exposição aqui de Almada.

Por agora ficam aqui algumas fotos que tirei hoje:

Fêmea de Gould, Azul Cabeça Preta.


 Goulds juntamente com Babetes.









Babetes, Bichenovs e Mandarins.











Quanto a mim o melhor Babete nascido este ano. Agora é esperar pela muda para ver como fica.




Bichenov Castanho, macho.

Babetes e Castanhovs, tudo machos.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Algumas crias e vídeos de exóticos a tomar banho

Uma das crias de Lonchura castaneothorax.



Uma cria de Babete de Cauda Longa (Poephila acuticauda) acabada de ser separada dos pais.


Uma fêmea Gould (Chloebia gouldiae) com dois Babetes de Cauda Longa, mãe e cria.



sexta-feira, 15 de junho de 2012