segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Espécies que um dia gostaria de ter

Todas as pessoas que criam aves têm algumas espécies que  gostariam de poder vir a ter e criar, algumas acessíveis, outras que só com muita sorte se encontram .

Ficam aqui algumas das espécies que estão na minha lista:

Diamante Babete de Bico Preto (Poephila cincta)


Diamante Sparrow (Stagonopleura guttata)


Picta (Emblema pictum)


Diamante de Sydney (Aegintha temporalis)


Capuchinho de Cabeça Branca (Lonchura maja)


Capuchinho Negro (Lonchura stygia)


Capuchinho de Coroa Cinzenta (Lonchura nervermani)


Capuchinho de Coroa Branca (Lonchura ferruginosa)



Capuchinho Grande (Lonchura grandis)


Capuchinho Malhado (Lonchura leucosticta)


Capuchinho de Jerdon (Lonchura jerdoni )



Capuchinho de Cabeça Preta (Lonchura atricapilla)


Capuchinho do Grande Vale (Lonchura teerinki)



Capuchinho das montanhas na Nova Guiné Ocidental (Lonchura montana)



Capuchinho de Cabeça Cinzenta (Lonchura caniceps)



Pardal de Timor (Padda fuscata)


Bico de Lacre Dufresne (Coccopygia melanotis)


Granatina Comum (Uraeginthus granatinus)


Amadina de Cabeça Vermelha (Amadina erythrocephala)



Leucosticte atrata



Pintassilgo de Lawrence (Carduelis lawrencei)


Bico Grossudo (Coccothraustes coccothraustes)


Viúva Dominicana (Vidua macroura)


Viúva Seta (Vidua regia)


Verdilhão do Deserto (Carduelis obsoleta)


Uragus sibiricus




As fotos aqui apresentadas não são da minha autoria.

sábado, 8 de setembro de 2012

Lonchuras a iniciar a reprodução

Aqui na minha zona houve um grande aumento da humidade do ar, o que levou a uma mudança de comportamento nos meus Castanhovs e, sobretudo, nos Dominós.

Os machos passam a vida a cantar para as fêmeas e estas, com palhas no bico, mostram-se disponíveis para acasalar. Tinha todos os exemplares no mesmo viveiro, o que também ajudou a que este comportamento se desenvolvesse.

Visto os Lonchuras asiáticos responderem a variações climáticas, principalmente à humidade, esta altura é das melhores para a criação deste tipo de aves, devido a combinação de temperaturas amenas e humidade elevada. Isto é mais notado nos Dominós do que nos Castanhovs, visto os primeiros serem originários da Ásia tropical e os últimos serem da subespécie australiana, cujo o habitat é mais seco e respondem menos a alterações climáticas e mais a alterações alimentares, como os Diamantes Australianos.

O único problema é que de 7 Dominós, apenas tenho 2 fêmeas certas e 2 machos certos, os outros 3 ainda não descobri o que são. E dos 4 que tenho a certeza do que são, apenas 2 fêmeas e 1 macho são de 2011, o outro macho é de 2012 e acabou a muda à pouco tempo. Nos Castanhovs, dos 4 adultos que tenho, apenas tenho 1 fêmea, que é a fêmea reprodutora ... Tenho os juvenis ainda a mudarem, 1 deles é um macho, o resto ainda não sei, mas são aves ainda muito atrasadas para começarem a reproduzir-se, só mais ou menos em Abril é que estão prontos. Ou seja, fazia-me falta pelo menos um macho Dominó adulto e uma fêmea Castanhov adulta para puder criar com 2 casais de cada nesta altura.

Sendo assim, separei um casal de Dominós (que é o reprodutor) para ver no que dá. O resto fica em stand by, até porque só começo realmente a minha época em finais de Janeiro/inicio de Fevereiro, dependendo de como esteja o tempo.